Círculo virtuoso de investimentos
"Por ter sido escolhida para ser a sede dos Jogos Olímpicos de 2016, a cidade do Rio de Janeiro vai produzir em cinco anos o que levaria 30 para concluir", afirma o diretor da Carvalho Hosken, Ricardo Corrêa.
Para o mercado imobiliário, têm especial importância os investimentos em infraestrutura viária provocados pelos Jogos, que prometem resolver os engarrafamentos no acesso à Barra e promover novo salto de valorização na região e na qualidade de vida dos moradores de toda a cidade. Ou seja, os corredores expressos da Transcarioca, Transoeste, Transbrasil e Transolímpica, além do túnel da Grota Funda.
As obras ainda estão em curso, mas já impactam o mercado. "Devido à proximidade com os locais de competição, bairros como Barra da Tijuca, Centro, Deodoro, Jacarepaguá, Maracanã e Tijuca tiveram valorização dos preços de locação dos imóveis de 20% a 152%, menos de seis meses após o anúncio do Comitê Olímpico Internacional", segundo o Secovi-RJ.
O corredor olímpico, entre a Barra da Tijuca e o Recreio, valorizou 50% em 2010. E, de 6 mil unidades a serem construídas na Barra, este ano, a entidade estima que 2,5 mil estarão nesse trecho.
Segundo o diretor-executivo da Brookfield Incorporações, Luiz Fernando Moura, "é o boom imobiliário que precede os grandes eventos esportivos". Para ele, o estado do Rio de Janeiro entrou em um "círculo virtuoso de investimentos em infraestrutura".
A empresa lançou mais de R$ 600 milhões em imóveis em 2010 (40% a mais do que no ano anterior) e espera crescer cerca de 50% até dezembro. Parte disso, com outros projetos na região olímpica, mas não só por conta dos Jogos. "O desenvolvimento da economia de modo geral permite maior oferta para empresas e profissionais liberais."
Também nesse trecho, as incorporadoras W3 Engenharia e Promall vão lançar, em julho, o Crystal Mall, projeto com valor geral de venda de R$ 30 milhões e prazo de conclusão de um ano.
Terá 105 metros de frente para a Estrada dos Bandeirantes, de modo que todas as unidades tenham vitrine. "É uma região que vai apresentar a maior demanda na cidade para esse tipo de unidade", aposta o presidente da W3, Ivan Wrobel.
A Vila Olímpica propriamente está a cargo da Carvalho Hosken. Tem orçamento de R$ 2,5 bilhões e o terreno, de propriedade da empresa, está avaliado em cerca de R$ 700 milhões. Segundo o assessor da presidência da Carvalho Hosken, Henrique Caban, as unidades que vão abrigar 18 mil atletas serão lançadas por fases, mas os compradores ou interessados só poderão visitá-las depois dos Jogos, por questões de segurança.
Fonte: O Globo – 29/04/2011
CBRE reconhecida pela Revista Fortune
A CB Richard Ellis (CBRE) foi nomeada para o ranking anual de Empresas com Melhor Reputação do sector imobiliário organizada pela revista Fortune.
As empresas são classificadas de acordo com um conjunto de características relacionadas com o seu desempenho. A CB Richard Ellis obteve uma classificação especialmente elevada ao nível da competitividade global, qualidade dos serviços, gestão de pessoas e responsabilidade social.
«Todos os dias os nossos profissionais alavancam a marca CB Richard Ellis prestando um serviço excepcional a clientes de todo o mundo», afirmou Brett White, CEO da CB Richard Ellis. «A inclusão da CBRE na lista da Fortune como uma das empresas mais reputadas do sector imobiliário é a prova do seu sucesso».
Fonte: Vida Imobiliária – 28/04/2011
Novo índice garantirá mais segurança para investidores de imóveis comerciais
O IGMI-C (Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial), novo indicador de rentabilidade de imóveis comerciais, lançado pela BM&FBovespa e a FGV (Fundação Getulio Vargas) na primeira quinzena de fevereiro, deve garantir mais segurança e transparência para os investidores de imóveis comerciais, de acordo com o sócio-proprietário da imobiliária ATO, André Luiz de Souza Júnior.
“Ele servirá de referência da rentabilidade e irá indicar a valorização dos empreendimentos no País, o que deverá contribuir para as vendas de imobiliárias e construtoras”, acrescenta Souza.
Além disso, para ele, o índice irá possibilitar que aqueles que costumam investir no setor imobiliário tenham uma visão mais ampla e agregada do mercado e da rentabilidade dos imóveis. “Anteriormente, cada um só conhecia os resultados de sua alçada, sem conseguir relacioná-los aos do restante do mercado”, aponta.
De acordo com Souza, o indicador também será útil para as vendas, na apresentação dos imóveis comerciais aos clientes. “Os corretores e donos de imobiliária poderão passar mais segurança ao cliente, baseados nos resultados de rentabilidade divulgados pelo índice”, afirma.
Flutuações do mercado imobiliário
Para o presidente do Creci–SP, Luiz Augusto Viana Neto, o IGMI-C vai proporcionar aos investidores uma ideia melhor das flutuações do mercado de imóveis.
“Ele permitirá que o mercado identifique os fatores que estão influenciando as negociações de imóveis. Após a bolha imobiliária dos EUA, o receio de que isso aconteça no Brasil é muito grande e o índice irá mostrar que este risco não existe no País”, acredita.
Fonte: InfoMoney – 28/04/2011
Custo da construção acelera para 0,75% neste mês
O índice referente a mão de obra passou de 0,27% para 1,16%, devido a reajustes salariais ocorridos em função da data base.
No mesmo sentido, o índice referente a mão de obra passou de 0,27% para 1,16%, devido a reajustes salariais ocorridos em função da data base e de adicional previsto em acordo coletivo.
Já o índice relativo a materiais, equipamentos e serviços recuou para 0,36%, em relação a taxa de 0,60% verficada em março.
Considerando apenas o índice correspondente a materiais e equipamentos (0,64% para 0,40%), a desaceleração refletiu o comportamento dos subgrupos: materiais para estrutura (0,63% para 0,50%), materiais para instalação (0,91% para -0,01%), materiais para acabamento (0,66% para 0,54%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,29% para 0,12%).
A parcela relativa a serviços (0,46% para 0,21%) teve influência do subgrupo serviços técnicos, cuja taxa passou de 0,63% para 0,12%.
Capitais
Duas capitais apresentaram aceleração: Salvador (0,62% para 3,01%) e Rio de Janeiro (0,35% para 2,63%).
Em sentido oposto, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e São Paulo tiveram desaceleração.
Fonte: Brasil Econômico – 26/04/2011
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